domingo, 29 de janeiro de 2012

TUDO ESTÁ BEM NO MEU MUNDO

Dizem que nossa mente tem um força muito maior de criação e destruição do que imaginamos. Há muita literatura sobre o assunto, muitas vezes de autoria de psicólogos, psiquiatras e afins, que defendem que nossos padrões de pensamento podem transformar o mundo ao nosso redor - e eu realmente acredito nisso!

De acordo com esses mesmos livros, dependendo dos padrões de pensamentos que estabelecemos em nossas vidas - intrinsicamente ligados aos nossos sentimentos passados, presentes e sobre o futuro - podemos desencadear doenças e situações desastrosas. Da mesma forma, quando tais padrões pensativos tomam um rumo positivo, podem trazer consigo curas e transformações em diversos níveis do corpo e de nossas vidas.

Mas o que isso significa afinal?

Basicamente, quer dizer que se ficarmos repetindo mentalmente "Nada dá certo na minha vida", de alguma forma, o universo abraçará a energia desencadeada por esse nosso padrão de pensamento e nos devolverá - sem julgamentos - exatamente o que estamos projetando. Em outras palavras, aja como um derrotado e a vida realmente o nocauteará. O oposto também vale, tá?

Então, fica aqui um ponto de reflexão:

Como estamos nos posicionando com relação à vida? Quais os nossos padrões de pensamento? Se alguma coisa não está bem, a culpa realmente é das pessoas ou do mundo que é injusto e horrível?

Convido você a prestar atenção sobre o que você pensa.

Quem sabe a reviravolta necessária na sua existência não seja uma questão de mudar apenas uma chave dentro da sua mente - do negativo para o positivo?

Achou o assunto interessante? Quer saber mais? Comece pelo vídeo abaixo, baseado no livro de Louise L. Hay, "Você Pode Curar a Sua Vida":



E se as coisas começarem a melhorar, ao invés de pensar "Não acredito que isso está acontecendo na minha vida!", apenas agradeça ao universo e continue repetindo internamente o mantra "Tudo está bem no meu mundo".

Tchau! =)

domingo, 22 de janeiro de 2012

ANO 6

Então, é isso! No próximo dia 25, meu blog faz 6 anos - como o tempo voa!! E, claro, eu fui pesquisar na numerologia o significado desse ano. Eis o que encontrei:

ANO 6: Ano propício ao lar, à família, ao casamento e aos amigos. Bom para decorar o ambiente, para atividades artísticas e em grupos. Tempo de dar apoio aos familiares e amigos, cuidar da comunidade. Buscar o conforto e as terapias ou atividades de cura. Bom para apreciar a beleza. Responsabilidades e afetos.

Engraçado que eu me atentei a esse fato exatamente hoje, quando resolvi criar um logotipo para o meu blog - meu espaço virtual, minha casa na web. Daí, fiquei tentando pensar em algo simples e funcional, que brincasse um pouco com o tamanho e com a disposição das letras para dar um certo movimento para a imagem, enfatizando o ponto de interrogação da pergunta "who do you think you are?" - "quem você acha que você é?", em inglês.

Então, é isso! Ano de botar a casa em ordem, de questionar mais, de escrever mais!

Até a próxima postagem e Feliz Ano Novo! =)


P.S. Depois me conte o que achou do logo, tá?

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

UM DIA, POR DIA

E pensar que há três anos, as coisas eram completamente diferentes.
É impressionante como, quando estamos decididos, tudo muda rápido na nossa vida, não é mesmo?
Muito antes planejado, toda aquela angústia, aqueles dias de perrengue e todas as coisas mal resolvidas se foram. De repente, me encontrei numa situação de conforto, amor e alegria. E o futuro ainda acena como quem diz "Ei, ainda há muito mais aventuras legais pela frente! Vem comigo! Acredite em você!"
Abro bem os olhos, meus ouvidos, meu coração e vivo meus sonhos.
Um dia, por dia.

sábado, 8 de outubro de 2011

THANK YOU, STEVE JOBS! REST IN PEACE.


O mundo não precisa de mais um texto sobre o Steve Jobs, muito menos um meu.

Desde a última quarta-feira, o planeta inteiro parou para expressar sua tristeza e prestar uma justa homenagem a Steve Jobs. Lindas por sinal. Quem diria que um dia, ele e sua Apple, os "underdogs" mais queridos da história, fossem ocupar uma CNN inteira e ficar do tamanho de um Elvis Presley.
Bom, eu diria. E acho que muitos diriam também. Precisava ser assim. E por isso resolvi escrever esse “bilhetinho” aqui para seguir junto no comboio.
Em 1997 a Wired chegava as bancas com uma capa que ficou famosa: o logo da Apple, todo enrrolado por uma coroa de espinhos e uma palavra: “Pray”.
Era a morte anunciada da Apple.
Eu lembro até da banca que eu estava quando vi essa capa. Bateu uma raiva, uma tristeza, parecida com a de hoje. Não em tamanho, mas conceitualmente.
Com a Wired na mão eu ficava pensando: Como assim? Como pode acontecer isso com uma empresa como a Apple? Como pode uma marca que faz tudo certo – aliás, muito melhor do que qualquer outra, ter um final desses?
Era como se o mal estivesse ganhando do bem. Mas aí, no último instante, o super-herói SJ apareceu e salvou a mocinha – e todos nós – do lado negro da força.
A perda de hoje é, infelizmente, irreparável. Sem super-herói no último instante.
E muito mais triste.
Desta vez é o Steve na capa.
Mas o “pray” faz mais sentido do que nunca.
Steve Jobs era budista e mesmo que você não compartilhe de crenças espirituais, não é difiícil entender como funciona um processo kármico.
Achar que Steve Jobs deixou brinquedinhos bacanas para o mundo é tão pouco que chega a ser ofensivo.
Steve Jobs era um caçador de almas.
Sabia como encontrá-las.
E tinha tanto carinho por elas que quando as alcançava fazia questão de alimentá-las da melhor maneira possível. Sempre trouxe nos olhos (o verdadeiro segredo dos tão estudados keynotes) o brilho genuino que só os apaixonados conseguem ter.
E se o karma estiver certo, Steve deve estar bem.
Obrigado Steve. Vamos fazer valer. Vamos tentar ser os super-heróis dessa vez.

[texto extraído do blog http://updateordie.com/blog/]

domingo, 5 de junho de 2011

VOCÊ NÃO TEM LIMITE!

Limite-se a ser um profissional que atende todas as expectativas do seu empregador.
Limite-se a ser uma pessoa que paga todas as suas contas em dia.
Limite-se a fazer exatamente o que as pessoas esperam que você faça.
Seja sempre politicamente correto, saiba a hora de ser divertido e de ser sério.
Aproveite para limitar também a dosagem do seu amor ao próximo, seja ele quem for.
Limite suas vontades, sua personalidade e suas idéias, conceitos e filosofias de vida.

E quando você não suportar mais tantos limites, junte-se à mim.
Vamos juntos magoar nossos entes queridos, decepcionar nossos chefes,
desonrar nossas dívidas e criar polêmica junto à sociedade...
Sejamos felizes, esperando que aqueles que realmente nos amam e nos respeitam como somos estejam por perto compreendendo nossa necessidade de sermos sinceros com nós mesmos e com o mundo.

sábado, 16 de abril de 2011

REINVENÇÃO

Houve uma época em que eu acreditava que amores eram perfeitos, que o trabalho tinha que ser apenas divertido, que eu teria um milhão de amigos. Eu era um ser romântico e cheio de sonhos quase impossíveis.

Hoje eu sei que amores não tem que ser perfeitos, mas que a felicidade que encontramos na imperfeição de nossos amores, nos tornam pessoas melhores. Afinal, ratificando Oscar Wilde, "Não é o perfeito, mas o imperfeito, que precisa de amor."

Hoje eu descobri que o trabalho, além de divertido, deve vir com uma remuneração compatível com suas habilidades, com o reconhecimento por seus resultados, e deve desafiar você o tempo todo para não tornar-se monótono. Outra maravilhosa descoberta foi a de que nem sempre seu emprego precisa estar relacionado às suas expectativas da infância ou adolescência.

Hoje eu sei que ter meia dúzia de amigos leais é infinitamente mais recompensador do que estar rodeado de centenas de pessoas que não se interessam genuinamente por você, por seu bem-estar, pela sua vida. Sei também que manter essa meia dúzia de amigos bem próximos, cultivando esses relacionamentos dia-a-dia, pode ser, muitas vezes, complicado, mas vale todo o esforço, já que o amor que brota disso tudo é o mais sincero e belo do mundo.

Por fim, apesar de muitos conceitos terem mudado por conta da maturidade que os anos nos acrescentam, certos aspectos - essenciais da minha personalidade - continuam intactos: ainda sou um ser romântico e cheio de sonhos quase impossíveis.

Mudou o meu conceito de romantismo. Meus sonhos foram reinventados.

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

"(...)

I wake up, it's a bad dream
No one on my side
I was fighting
But I just feel too tired
To be fighting
Guess I'm not the fighting kind

(...)"

[Keane, "A Bad Dream"]