Houve uma época em que eu acreditava que amores eram perfeitos, que o trabalho tinha que ser apenas divertido, que eu teria um milhão de amigos. Eu era um ser romântico e cheio de sonhos quase impossíveis.
Hoje eu sei que amores não tem que ser perfeitos, mas que a felicidade que encontramos na imperfeição de nossos amores, nos tornam pessoas melhores. Afinal, ratificando Oscar Wilde, "Não é o perfeito, mas o imperfeito, que precisa de amor."
Hoje eu descobri que o trabalho, além de divertido, deve vir com uma remuneração compatível com suas habilidades, com o reconhecimento por seus resultados, e deve desafiar você o tempo todo para não tornar-se monótono. Outra maravilhosa descoberta foi a de que nem sempre seu emprego precisa estar relacionado às suas expectativas da infância ou adolescência.
Hoje eu sei que ter meia dúzia de amigos leais é infinitamente mais recompensador do que estar rodeado de centenas de pessoas que não se interessam genuinamente por você, por seu bem-estar, pela sua vida. Sei também que manter essa meia dúzia de amigos bem próximos, cultivando esses relacionamentos dia-a-dia, pode ser, muitas vezes, complicado, mas vale todo o esforço, já que o amor que brota disso tudo é o mais sincero e belo do mundo.
Por fim, apesar de muitos conceitos terem mudado por conta da maturidade que os anos nos acrescentam, certos aspectos - essenciais da minha personalidade - continuam intactos: ainda sou um ser romântico e cheio de sonhos quase impossíveis.
Mudou o meu conceito de romantismo. Meus sonhos foram reinventados.
sábado, 16 de abril de 2011
segunda-feira, 31 de janeiro de 2011
quarta-feira, 24 de novembro de 2010
quarta-feira, 20 de outubro de 2010
MEU LIVRO NASCEU!
Queridos,
É com muita alegria que anuncio que meu livro nasceu. Tá bom... Na verdade, eu fiz o upload dele na rede e agora ele é um eBook - ecologicamente correto.
Espero que gostem da roupagem e das revisões de alguns textos.
Confiram em: http://www.bookess.com/read/5396-rascunhos-do-coracao/
E divulguem, por favor.
Obrigado à todos vocês que me apoiaram todo esse tempo, visitando meu blog e comentando as postagens. Esse apoio foi a motivação que fez com eu levasse esse projeto adiante.
Recebam meu abraço de gratidão.
Esse eBook também é para vocês!
É com muita alegria que anuncio que meu livro nasceu. Tá bom... Na verdade, eu fiz o upload dele na rede e agora ele é um eBook - ecologicamente correto.
Espero que gostem da roupagem e das revisões de alguns textos.
Confiram em: http://www.bookess.com/read/5396-rascunhos-do-coracao/
E divulguem, por favor.
Obrigado à todos vocês que me apoiaram todo esse tempo, visitando meu blog e comentando as postagens. Esse apoio foi a motivação que fez com eu levasse esse projeto adiante.
Recebam meu abraço de gratidão.
Esse eBook também é para vocês!
domingo, 3 de outubro de 2010
RESPONSABILIDADE
Na minha opinião, às vezes, a vida é severa demais com a gente.
Ela nos pega de surpresa e, sem gentileza alguma, nos coloca para andar por um caminho que, normalmente, a gente nem sabe para onde vai. E nos olha repreensiva, como quem diz "Vai! Anda! Tá esperando o quê?".
E como a gente sabe que ficar parado no mesmo lugar é sempre pior, a gente vai. Com medo, mas vai. E esse caminho dói tanto... Porque não é o caminho que a gente imaginou que iria seguir. Porque não é tão bonito, tão cheio de flores, nem tão ensolarado. Na verdade, a gente acaba seguindo por um deserto de incertezas, atravessando uma tempestade de provas e sentindo um frio no fundo d'alma, uma sensação de morte. Dos sonhos.
É um despertar para uma realidade. Real idade. Crescer não é nada fácil.
Sinto uma genuína saudade do tempo em que eu acreditava que nada no mundo seria páreo para a mim. Que eu acreditava que tinha o poder de ser o que quisesse. E eu quis tanto... Com tanta força... Não adiantou. É um chamado para a responsabilidade. Responsabilidade: habilidade para responder. A gente para de perguntar e passa a responder para vida.
"Vai! Anda! Tá esperando o quê?" - ela pergunta.
"Calma! Tô indo... Tô indo..." - eu respondo.
Eu só queria saber para onde.
Ela nos pega de surpresa e, sem gentileza alguma, nos coloca para andar por um caminho que, normalmente, a gente nem sabe para onde vai. E nos olha repreensiva, como quem diz "Vai! Anda! Tá esperando o quê?".
E como a gente sabe que ficar parado no mesmo lugar é sempre pior, a gente vai. Com medo, mas vai. E esse caminho dói tanto... Porque não é o caminho que a gente imaginou que iria seguir. Porque não é tão bonito, tão cheio de flores, nem tão ensolarado. Na verdade, a gente acaba seguindo por um deserto de incertezas, atravessando uma tempestade de provas e sentindo um frio no fundo d'alma, uma sensação de morte. Dos sonhos.
É um despertar para uma realidade. Real idade. Crescer não é nada fácil.
Sinto uma genuína saudade do tempo em que eu acreditava que nada no mundo seria páreo para a mim. Que eu acreditava que tinha o poder de ser o que quisesse. E eu quis tanto... Com tanta força... Não adiantou. É um chamado para a responsabilidade. Responsabilidade: habilidade para responder. A gente para de perguntar e passa a responder para vida.
"Vai! Anda! Tá esperando o quê?" - ela pergunta.
"Calma! Tô indo... Tô indo..." - eu respondo.
Eu só queria saber para onde.
sexta-feira, 9 de julho de 2010
FOLIE
Je poste dans une autre langue
Parce que mes amis m'ont demandé
Mais si je ne sais pas quoi écrire
Je ne peux pas aller sur cette pente
Parce que mes amis m'ont demandé
Mais si je ne sais pas quoi écrire
Je ne peux pas aller sur cette pente
domingo, 20 de junho de 2010
DOMINGO
manhã, céu azul, sol de outono.
acordar fazendo amor ainda com sono.
banho, café da manhã de americano,
prá depois ouvir um pouco de caetano.
agora, escolher uma roupa de bom pano,
fazer fumaça feito um jamaicano,
sair prá rua, sem rumo, como um cigano,
desembocar na festa da blandino,
prá torcer muito contra o time africano.
acordar fazendo amor ainda com sono.
banho, café da manhã de americano,
prá depois ouvir um pouco de caetano.
agora, escolher uma roupa de bom pano,
fazer fumaça feito um jamaicano,
sair prá rua, sem rumo, como um cigano,
desembocar na festa da blandino,
prá torcer muito contra o time africano.
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